R$ 5.500,00
Realize sua Reserva (11) 2914-8097



Nome Comum: Ecletus / Eclectus Parrot

Nome Científico: Eclectus roratus


Distribuição Geográfica: Espécie nativa das Ilhas Salomão, Sumba, Nova Guiné, nordeste da Austrália e Ilhas Molluca. Estão normalmente associadas a regiões de florestas e savanas. Podem ser encontradas em áreas com vegetação secundária alta.

Alimentação: Sua dieta na natureza consiste principalmente de frutas, figos selvagens, nozes verdes, flores e folhas além de algumas sementes.

Cuidados em Cativeiro: Como todas as espécies deste grupo, necessitam de muita interação. Tornam-se extremamente dóceis quando manejados diariamente. São aves sociáveis e inteligentes. O fornecimento de brinquedos é importante, pois irá otimizar seu tempo e diminuir o stress natural proporcionado pelo cativeiro. Sua dieta poderá ser composta por sementes, frutas (maça, banana, pera, romã e outros) e vegetais (cenoura, milho, ervilhas na vagem..... e folhas verdes). Rações extrusadas e mistura de sementes específicas para esta espécie podem ser encontradas em lojas especializadas. A exposição direta ao vento e a friagem é prejudicial à saúde do animal. Opções de abrigo devem ser sempre proporcionadas, evitando o aparecimento de doenças. Não há medidas padrões para os recintos. Mas, a aquisição de gaiolas com dimensões apropriadas é essencial para o seu desenvolvimento.

Curiosidades: Ornitólogos costumam classifica-los como membros da ordem dos Psittaciformes, família dos Psitacídeos e da subfamília Psittaculini. Estas aves podem medir 35 cm e pesar de 400 a 500g. Apresentam dimorfismo sexual extremamente evidente, característica totalmente incomum neste grupo de aves. Os machos possuem cloração verde enquanto que as fêmeas são vermelhas. Tal fenômeno faz com que o exame de DNA, normalmente realizado em Psitacídeos para determinação do sexo, neste caso seja desnecessário. Ao contrário dos outros integrantes desta família os Ecletus são poligâmicos, pois machos e fêmeas acasalam com vários parceiros para procriar. Acredita-se que possam atingir em cativeiro 40 anos de idade e possuir uma vida reprodutiva longa, ultrapassando os 25 anos. Estão presentes na lista de espécies ameaçadas de extinção. Algumas subespécies já foram extintas em determinadas localidades e outras estão ameaçadas. A caça ilegal e a destruição do seu habitat são os principais fatores responsáveis por este quadro.